EDITORIAL

Por Betânia Sousa

A  2ª edição do Jornal Capital em  Foco veio com um conteúdo especial para você, que quer conteúdo de qualidade e opiniões verdadeiras. 

 

Boa leitura!

Colunistas do Jornal Capital em Foco 

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Ângela Scorsin

Carreira 4.0

Betânia

Entrevista com Pepita Soler

Camila Tertuliano

Construindo a sua Marca

Leone Carneiro

Meu trabalho: me sustenta ou me adoece?

Marcela Brito

Fale com a Mentora

SilvanaScorsin

Silvana Scorsin

A hora da Inteligência verde! 

 

COLUNAS

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Ângela Scorsin

Carreira 4.0


Primeiramente desejo a todos um 2019 recheado de Amor, Paz e Sonhos realizados. Para esta edição brindo-os com uma entrevista repleta de novidades e dicas para a entrada no mercado de trabalho neste ano. Minha entrevistada é Sarah Juliana Rosendo da Silva, 15 anos na área de Gestão de Pessoas, estudante do curso de Psicologia, Consultora de Recursos Humanos, Analista Comportamental, Trainer, Palestrante, formada em Life and Executive Coach pela Federação Brasileira de Coaching Integral Sistêmica, co-autora do Livro “Por Trás do Espelho” – obra dedicada ao desenvolvimento pessoal. Iniciou na área de RH no Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, e em sua trajetória atuou nos hotéis Royal e Golden Tulip Brasilia Alvorada, no escritório Roberto Caldas e Mauro Menezes Advogados, e prestou consultoria para as Embaixadas de Singapura, Holanda e Irlanda. Em 2009 montou uma brinquedoteca. Participou, ainda, na implantação da nova unidade do grupo ACREDITAR ONCLOGIA S/A - Clínica Oncostar na seleção de pessoal para todos os departamentos envolvidos, e atualmente é responsável pela gestão de pessoas da equipe de Cerimonial da Presidência do Senado Federal. O intuito desta entrevista é oferecer a vocês dicas, formas e caminhos de como se preparar para o mercado de trabalho para quem vai iniciar sua jornada ou mudar a trajetória. Este ano será de muita produtividade para todos os campos, então, temos que nos prepararmos com boas leituras, estudos e conhecimentos gerais. Sarah me relatou como os gestores estão atraindo novos perfis para as empresas. Vamos à entrevista?


Capital. Sarah, primeiramente obrigada pela sua disponibilidade em compartilhar sua experiência em gestão de pessoas. Antes de entramos no contexto profissional, fale-me um pouco de você.


Sarah. Tenho 34 anos, sou mãe da Julia de 16, Gustavo de 12 e Giovanna de 8 anos. Gosto de me sentir livre, adoro desafios, amo ler, assistir séries, viajar, e principalmente, estar perto dos meus filhos. Sou totalmente apaixonada pela minha profissão. Ainda falando sobre minhas paixões, não posso esquecer de mencionar o amor em promover ações sociais, meu aniversário é no dia das crianças e a há alguns anos escolho uma instituição para fazer a festa e quem ganha presente são as crianças carentes. Para isso conto com ajuda de vários amigos. Essa sou eu!

 

Capital. Como foi o início de sua trajetória profissional?
 

Sarah. Meu primeiro emprego foi como vendedora em uma loja de shopping, e aos 19 anos consegui um estágio na Coordenação Geral de Recursos Humanos do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Lembro que cheguei perdida, afinal eu não sabia nada, e a grandeza de estar no centro do poder me assustava. Tive muito apoio da minha chefe Judite Siqueira que, com muito carinho e dedicação, me ensinou tudo sobre aquela área. Durante o tempo que estive lá me dediquei e decidi aprender a fazer todos os serviços, e assim, vieram os frutos, fui efetivada, promovida algumas vezes e a cada dia sentia que estava no caminho certo. Após 5 anos no ministério, montei uma empresa onde fiquei a frente por 5 anos, mas foi quando iniciei no departamento de recursos humanos da hotelaria que tive a certeza absoluta que o RH era o que realmente me fazia feliz. Desde então, sou muito feliz profissionalmente. Hoje não importa a empresa ou a equipe que eu trabalhe, pois sei exatamente o que tenho que fazer. Meus valores pessoais e meu propósito de vida estão muito bem alinhados e direcionados a pessoas.


 

Capital. A formação em Coach ajuda nesse processo profissional de que forma?
 

Sarah. Ajuda e muito! Antes de ser uma profissional coach passei pelo processo de coaching, e ter vivido esse processo alinhado à formação, me tornou uma pessoa muito melhor em todos os sentidos. Depois do coaching fiquei mais positiva, objetiva, sei onde quero chegar e como chegar. Isso me torna uma profissional diferenciada, e um exemplo disso aconteceu recentemente quando participei da implantação da Clínica Oncológica; meu gerente Thiago Soares, por sinal um excelente gerente, sempre me deu total liberdade para realizar meu trabalho, o que é muito importante nessa área ter um superior que confia e acredita na sua maneira de trabalhar. Somos amigos até hoje! Bem, o Thiago me deu a missão de fechar mais de 30 vagas com cargos diferentes em aproximadamente 10 dias, como coaching aprendi a focar nas soluções, ter inteligência emocional e ter atitude, então esse tipo de demanda quando executada com o feeling que os anos de experiência proporciona e alinhando com a formação em coach, é sempre concluída com louvor.


 

Capital. Sarah este ano será de muita produtividade e inovação. Com a experiência que você tem em processos seletivos, qual é o perfil que as empresas aguardam para compor uma equipe? Quais habilidades estarão em alta?
 

Sarah. É muito importante enfatizar que a mão de obra humana está diminuindo cada vez mais, pois estão sendo substituídas por processos automatizados, com isso, a procura por candidatos que tenham conhecimentos tecnológicos está aumentando. É um grande diferencial conhecer as novidades tecnológicas e estar sempre atualizado. Já tive cases de sucesso onde o candidato não tinha experiência, mas passava confiança, segurança, tinha um marketing pessoal muito bom, e na maioria das vezes que arrisquei, deu certo. Mas independente de qual seja o perfil, as habilidades chaves são: integridade e coerência, flexibilidade, iniciativa, compreensão, competitividade, empatia, visão no cliente, persuasão, trabalho em equipe, autocontrole das emoções e agilidade para tomar decisões.
 

Capital. Chegamos na 4ª Revolução Industrial com a tecnologia dominando tudo, o que podemos esperar do RH 4.0?

 

Sarah. As mudanças causadas pela tecnologia são realmente incontestáveis. Essa revolução tecnológica também trouxe impacto para área de Recursos Humanos. A tradição do RH é que se tenha como tarefas atribuídas os pagamentos, encargos da folha, conferência de frequência, férias, dentre outras atividades manuais que ocupam a maior parte do tempo do profissional de RH, que acaba não priorizando promover o desenvolvimento dos profissionais da empresa. Mas com as constantes mudanças tecnológicas surge a necessidade de contratar a pessoa certa para o perfil de competência da vaga. Temos então o RH 4.0, que tem como objetivo enfatizar o desenvolvimento estratégico da organização, sempre com o foco na gestão e crescimento econômico. A tecnologia veio para otimizar a logística de recrutamento, de treinamentos e capacitação dos colaboradores. Posso citar o exemplo de quando trabalhei no escritório de Advocacia, o RH era em Brasília, mas existe unidade em São Paulo e Salvador, e eu realizava através de Skype os processos seletivos e minha colega Graciele Sousa realizava os treinamentos.
 

Capital. Dentro deste contexto tecnológico, qual a melhor forma de recrutamento em um processo seletivo? Qual o papel do candidato nesse novo modelo? Esse modelo serve para a área pública e privada?
 

Sarah. Processo Seletivo por competências e habilidades; nesse modelo usamos as entrevistas e as dinâmicas de grupo onde é possível analisar a maioria das habilidades e os fatores comportamentais necessários para vaga em questão como trabalho em equipe, liderança e criatividade. O candidato tem um papel importantíssimo pois o que conta é a maneira como ele responde as etapas do processo seletivo, sendo coerente e verdadeiro em suas respostas. Na proposta de competências (Soft Skills) o profissional do RH tem dados suficientes para argumentar porque determinado candidato deve ser selecionado ou não, pois os testes detalham a personalidade do colaborador e o que ele almeja no futuro, e o gestor do RH saberá se esse candidato está apto para a vaga. Em meu ponto de vista, esse modelo se encaixa muito bem para a área privada, mas não no setor público. A política do processo no setor público é totalmente diferente, não existe um processo seletivo, ou a pessoa ingressa por meio de aprovação em concurso ou é indicado para assumir um cargo comissionado. Dentro dos órgãos o setor de RH segue o formato tradicional. Exemplo: no órgão em que trabalho atualmente existem vários setores que são responsáveis pelo desenvolvimento dos servidores, tais como: o setor de Qualidade de Vida no Trabalho, a Diretoria Geral que proporciona várias ações, treinamentos e palestras ao longo do ano, um setor responsável só para o plano de saúde, outro para os Direitos e Deveres responsável pelas férias, e outro setor que cuida somente da frequência, e que agora são totalmente informatizados. Um sonho para qualquer profissional de RH. É a segunda vez que atuo em órgão público e nos dois casos as atividades que na empresa privada está toda direcionada para o setor de RH, no serviço público, as atividades são distribuídas por setores. Nas empresas privadas a tecnologia geralmente é mais avançada com processos iniciados através de plataformas online (testes de conhecimentos gerais, específicos e comportamentais), entrevistas virtuais e em alguns casos, o currículo tradicional não é mais solicitado, e sim, um vídeo sobre você.

Capital. Que dicas você nos propõe dentro desse novo RH 4.0 desde a elaboração do currículo e a sites de vagas para cadastro?


Sarah. Muitas pessoas cometem o erro de fazer um currículo muito extenso, com
informações desnecessárias. O importante é ter coerência na elaboração do currículo, ser objetivo, sincero, colocar as experiências mais recentes, fazer correção ortográfica, e quando for enviar o currículo por e-mail ter o cuidado de ser claro no assunto. O mais importante de tudo é buscar ajuda na hora de elaborar o currículo, na própria internet tem informações e modelos prontos, fazer com cuidado e atenção, pense que seu currículo é a porta de entrada para um possível novo emprego.

Depois do currículo pronto e bem elaborado, é importante que as pessoas se preparem para busca do emprego, estejam atentos aos sites de divulgação de vaga, mantenham uma rede de contatos ativa, tomem cuidado com as postagens nas redes sociais, nunca cheguem atrasados quando for a uma entrevista, cuidado com postura, apresentação pessoal e boa comunicação, pois às vezes para aquela vaga, o seu perfil não encaixa, mas o recrutador certamente guardará seu currículo para outro momento ou até mesmo indicar seu currículo para outra vaga ou para um colega de RH de outra empresa, e acredite: fazemos muito isso. Eu faço sempre!


E para finalizar, indico o site www.empregare.com, foi o que eu mais usei no último ano para realizar meus recrutamentos, e que para mim é o mais completo, tanto para o candidato, quanto para o profissional de RH que deseja fazer a captação de currículos. Esse site foi o que mais atendeu as minhas expectativas. Mas há também, outras opções muito boas: www.velirh.com.br; www.somadesenvolvimento.com.br; www.b2hr.com; www.catho.com.br


Depois de tantas informações importantes, reitero tudo que a Sarah nos disse, pois, aliado à tecnologia, o capital humano sempre fará a diferença, por isso, invista em cursos, palestras e/ou seminários. Gradue-se, faça especializações, leia muito, mas muito mesmo. E, claro, atente-se a essa nova geração 4.0 e conecte-se com o mundo sem perder a essência. Além de todos as habilidades que a Sarah explanou, criatividade é a palavra do momento, mas o equilíbrio emocional, também é um quesito muito exigido pelos gestores.


Então, vamos pensar fora da caixa? Isso quer dizer, mexer-se profissionalmente?

 

Betânia

Entrevista com Pepita Soler

Conheça a pedra preciosa da carreira do secretariado. Pepita Soler, uma mulher visionária e cheia de alegria. Criou Pepitas Secretaries Clubs. Trazendo conhecimento e inovação para os profissionais de Secretariado de alto nível!

  • Diretora Brasil e LATAM da Idea Connection Systems – ICS.

  • CEO da Pepita Consultoria e Fundadora e Presidente do Pepitas Secretaries Club, maior clube de Profissionais de Secretariado Executivo do Brasil.

  • Psicóloga Organizacional e Educadora Corporativa, com especialização em Criatividade, Liderança e Inovação, pela Universidade de Santiago de Compostela, Espanha, e pelo Creative Education Foundation (CEF), na Universidade de Chicago, Atlanta e Buffalo.

 

Capital em Foco: Como nasceu o Pepitas Secretaries Club e quais foram os parceiros que auxiliaram na concretização do Projeto?

Pepita: O Pepitas Secretaries Club nasceu em 1996, depois de uma grande parceria com a American Airlines, devido minha experiência na área da aviação na extinta Panam, onde gerenciava a área de capacitação e desenvolvimento na América do Sul.  O foco era no desenvolvimento e construção de relacionamento com os profissionais de Secretariado Executivo.

Eles me pediram para desenhar um programa para secretárias da alta direção, para iniciarmos imersões internacionais para os destinos da American Airlines. A ideia era compartilhar programas educacionais de liderança e da área de criatividade. Então desenhamos, customizamos e iniciamos os programas internacionais em 1996.  Depois começamos a trabalhar com outras parcerias em território nacional, principalmente no Rio de janeiro, onde resido, e é a matriz da minha empresa e São Paulo, que é o maior mercado da América Latina.  Iniciamos vários programas educacionais de desenvolvimento do Secretariado Executivo. Nosso trabalho é muito focado integrando todo processo de desenvolvimento tanto pessoal quanto profissional. Com 22 anos de existência, temos conhecimento profundo e paixão por esse público, principalmente pelas alunas que participam há mais de duas décadas em vários projetos de desenvolvimento educacional.  Nesses grandes encontros de relacionamento, servimos como ponte para conectá-las consigo e com as demais participantes através de ideias, práticas e desafios (que não são poucos) que enfrentam dentro do mundo corporativo tão competitivo. Funcionamos como facilitadoras e conectoras dessas mulheres e homens incríveis,  brilhantes, guerreiros.  Nós temos um grande carinho e admiração pelos profissionais de Secretariado Executivo do Brasil.

 

Capital em Foco: Como foi o desenvolvimento de sua carreira profissional?

Pepita: Participo de muitos encontros de formação no Brasil, Espanha e Estados Unidos, sou uma eterna estudante e, tanto no universo de inovação quanto do Secretariado Executivo. Venho de uma família de estudiosos e pesquisadores da mente humana, e sempre estamos buscando novas práticas.  Temos uma crença muito profunda nesse mundo de experimentação, vivência de expansão da consciência, de transformar seus sonhos e projetos em realizações, e acreditamos na possibilidade do ser humano entrar em contato com a grandeza do seu ser e que ele nasceu para ser grande.  Nosso papel é de facilitar esse processo, dele entrar em contato com isso. Definitivamente, o trabalho e a contribuição do meu legado estão vinculados a minha missão pessoal desde criança, ou seja, a minha escolha da profissão, o objetivo educacional de desenvolver pessoas, o foco de realmente trabalhar com a integração da mente e do coração de pessoas como um todo. Nós integramos o desenvolvimento profissional e pessoal em um só ser humano, nos vários papéis da sua vida.

Capital em Foco: Pepita, o que te inspira na realização de um trabalho tão grandioso?

Pepita: Nós trabalhamos com conselhos, núcleos e comitês para criação, organização e execução de projetos e em todos os encontros estamos sempre incentivando a geração de ideias e de conteúdos para disseminar no universo do secretariado, ou seja, definitivamente não trabalhamos sozinhas. Nós lideramos, organizamos e coordenamos esse processo afim de conectar as mentes brilhantes e corações generosos dos profissionais.  Como somos construtores de relacionamento eu consigo montar uma rede de parceiros para oferecer ao Secretariado Executivo tudo que está relacionado a turismo, como as companhias aéreas, hotelaria, por exemplo. São nossos parceiros que têm a arte de atender e servir em lugares incríveis oferecendo esses eventos grandiosos, onde podemos presentear os profissionais essa experiência de relacionamento, com espaço criativo para fazerem network de qualidade, conhecer outras áreas e ainda conhecer outras tendências do mercado.

Durante os eventos, além de conhecer a propriedade hoteleira e parceiros nas apresentações, acontecem também encontros de relacionamentos.  Somos um clube de amigos e de profissionais de Secretariado que tem propósito e missão em comum, que pesquisa o que há de melhor no Secretariado e conecta as mentes brilhantes.  Os princípios existentes no grupo são a base fértil para seu crescimento orgânico. Temos 22 anos de existência e mais de 8 mil associados no Brasil e a tendência é só crescer, por que conseguimos juntar pessoas bacanas como vocês e construir projetos criativos e inovadores que trazem valor ao Secretariado Executivo.

Temos que fortalecer a mente e o coração dessas pessoas incríveis e guerreiras, com tanto desafio que essa profissão requer, de forma que elas estejam mais unidas e competitivas nesse mercado que está em evolução e transformação constante.

 

Capital em Foco: Como são escolhidos os temas para o FISEC?

Pepita: Nós trabalhamos com o conselho de profissionais de Secretariado que auxiliam na escolha dos temas para o FISEC.  Atualmente temos 20 integrantes, Secretárias Executivas que tem uma trajetória de sucesso e conhecimento na profissão. Dentro do clube trabalhamos com conselhos, núcleos e comitês, para desenvolver e criar em conjunto com as secretarias que fazem parte desse conselho, projetos que possam trazer valor ao desenvolvimento do Secretariado Executivo. E dentro desses diversos projetos nacionais e internacionais que são criados todos os anos nas reuniões que nós temos mensalmente, que foi criado o grande fórum de inovação, o FISEC – Fórum de Inovação em Secretariado Executivo.

Capital em Foco: Qual é o objetivo do FISEC?

Pepita: Estamos entrando agora na 7ª edição desse que é o maior Fórum de aprendizagem e desenvolvimento, onde o grande objetivo é conectar o maior número de pessoas dentro do universo do Secretariado, como Universitárias,   Secretárias de Alta Direção, Secretárias da Gerência e Equipes, Empreendedoras, Escritoras, Blogueiras, Aposentadas e quem está em processo de recolocação e transição. Outro grande objetivo é juntar todo esse universo de Secretariado Executivo em um ambiente propício para se relacionar e fazer network, incluindo uma agenda de altíssima qualidade e palestrantes nacionais e internacionais, painéis de secretarias que trazem melhores práticas e compartilham seus desafios e painéis de liderança inspiradora e inovadora.  Tudo isso somando a troca de conhecimentos, histórias de sucesso, de conquistas, desafios e superação que é uma grande base de inspiração e que gera muita reflexão de modo que possamos deixar nossa marca pessoal.

 

Capital em Foco: Para você, qual FISEC que te marcou?

Pepita:É sempre o último FISEC que fica marcado. Depois fazemos um SWOT analises e, além disso, os feedbacks que recebemos são importantes para aprimorarmos e inserirmos novidades que atendam os profissionais que buscam grandes eventos como esse. Temos o foco de construir um FISEC extraordinário e para isso temos árduo trabalho e muita análise de conteúdos e palestrantes. Todo nosso esforço é para sanar os pontos do anterior e trazer a inovação de forma que ela seja marcante e mexa com a mente dos participantes, impactando todos no processo e oportunidade de crescimento e na parte emocional, muito importante para os profissionais. Essas profissionais conectam pessoas, são facilitadoras, gestoras de informações e conhecimento.

Queremos sensibilizar essa parte das pessoas para dar continuidade no processo de crescimento de dentro para fora através de ações que possam ampliar o nosso círculo de influência positivo nas organizações, para ampliarmos nossa marca como profissional. A grande marca do FISEC é a qualidade do conteúdo, essa é nossa meta número 1! Trabalhamos o ano todo para fazer um evento marcante e memorável e sempre o último vai superando os anteriores.  Inserimos novidades para o FISEC estar sempre com cara de inovação, para atender o que as Secretárias buscam nesses grandes encontros. Temos o carinho de construir um evento extraordinário.

Capital em Foco: O que esperar para 2019?

Pepita:Temos uma programação nacional e internacional planejada para 2019, com muito conteúdo e com eventos realizados em locais bacanas e de altíssima qualidade e beleza.  Nosso Conselho do Rio e São Paulo está em ebulição criativa, com os melhores projetos educacionais de relacionamento. Confiram no site www.pepitassecretariesclub.com a agenda de 2019.

Vamos divulgar conhecimento, melhores práticas e eventos que possam ativar a mente e o coração e agregar muito conhecimento, inspiração e reflexão, para que cada um possa fortalecer sua trajetória pessoal e profissional. É nosso grande objetivo poder oferecer esses encontros e cultivar essa força inovadora dos profissionais que são apaixonados pela profissão e conectá-los com seus talentos já existentes.  É dessa forma que podemos despertar neles o seu propósito para que tenham momentos onde haja um equilíbrio melhor das 4 dimensões humanas (mente, corpo, coração, alma). Acreditamos no desenvolvimento do Secretariado, nas histórias de sucesso e que devemos fortalecer essa rede em todos os lugares, para garantir a proximidade dos profissionais e que todos possam se ajudar e crescer nessa profissão que é belíssima

 

Camila Tertuliano

Construindo a sua Marca

         Como construir uma marca no mundo corporativo? Atualmente a imagem das pessoas está muito exposta nas redes sociais. E isso pode ajudar ou atrapalhar tudo, depende de como elas usam essas ferramentas. Com a avanço da tecnologia as informações chegam com muita rapidez, isso é maravilhoso para nosso crescimento profissional, porém, precisamos de cautela na hora de repassá-las e,  em muitos casos, algumas delas não são verdadeiras e podem ocasionar vários danos.

         O profissional precisa mostrar suas qualidades e competências para ter uma marca forte no mundo corporativo, e, pois é isso que vai diferenciá-lo em um contexto com tantos profissionais bem preparados. É necessário que  tenha, dentre outras, personalidade e criatividade, pois ele será avaliado todos os dias e em algum momento poderá aparecer uma oportunidade que vai transformar sua carreira. Muitas vezes não conseguimos fazer uma autoanálise para detectarmos nossas qualidades e os pontos a serem desenvolvidos, para criarmos oportunidades e estabilidade profissional. Reflita nestas perguntas, certamente elas irão auxiliá-los na sua reflexão:

  1. Como as pessoas o conhecem?

  2. Como você se vê no espelho?   

  3. Qual é a sua marca?

Podemos concluir que, quando focamos nas soluções, a crise é só um degrau para o sucesso, pois um autor desconhecido diz que “Nunca saberemos o quão forte somos até que ser forte seja a única escolha”. Acreditar no seu potencial é o segredo para ter uma marca forte e estabilizada no mercado.

 

 

Leone Carneiro

Meu trabalho: me sustenta ou me adoece?

Estimado (a) leitor (a), convido-o (a) a refletir alguns segundos sobre o tema deste artigo: Meu trabalho: me sustenta ou me adoece? Um debate sobre nossa relação com o trabalho nos tempos atuais. Este foi o tema de uma Roda de Conversa organizada pela 180° Desenvolvimento e o Movimento para Inclusão – MOVIN, com o apoio do Instituto Federal de Brasília – IFB – Campus Asa Norte. Ele foi organizado com o objetivo de dialogar sobre um assunto atual e preocupante: o número de empregados doentes em decorrência da sua atuação profissional.

Conforme a reportagem “Para médicos, economia ruim colaborou com o aumento de transtornos mentais” publicada no jornal Folha de São Paulo em 25 de novembro de 2018, o número de consultas psiquiátricas ambulatoriais aumentou 53,9% entre 2012 e 2017. Nos casos de internação pelo mesmo motivo, o aumento foi de 69,2%. Outra reportagem – Crise no emprego eleva em 1,6 milhão o número de consultas psiquiátricas - divulgada na mesma data, informa que o número de afastamento no 1° semestre de 2018 teve alta de 12% (Crise no emprego eleva em 1,6 milhão o número de consultas psiquiátricas”). Seguramente, isto é um alerta para empresas e empregados: trabalhar (ou derivações dele) vem sendo fonte de doença para uma parte de trabalhadores.

As explicações para os números citados, de acordo com as reportagens, derivam da crise econômica do país, do desemprego, da sobrecarga de trabalho, da pressão por atingir metas e das novas tecnologias, fatos que permitem que os funcionários fiquem “antenados” ao trabalho mesmo fora dele. E os impactos na vida do empregado são: estresse, depressão, sentimento de incapacidade, baixa autoestima, síndrome de burnout, entre outros.

  Como se sabe, trabalhar é algo inerente aos seres vivos. As formigas, em equipe, trabalham para obter alimento; os caçadores-coletores caçavam para alimentar seu bando; inúmeros trabalhadores foram às fábricas na Revolução Industrial. Até hoje, trabalhar é uma constante, saudável, parte do sistema econômico e pode ser fonte, sim, de alegria, bem-estar e contentamento nas vidas dos seres humanos.

 

Para que isto seja viável, é necessário que haja ações por parte dos empregados e empregadores. Em uma reportagem publicada no G1, a professora Maria Amália Catalam afirma que uma das funções dos Recursos Humanos é garantir o bem-estar e qualidade de vida dos funcionários, principalmente para as novas gerações. Ainda segundo Maria Amália Catalam, os jovens querem ganhar dinheiro, mas querem “ter vida”. Outras ações recomendadas na reportagem que visam o contentamento dos funcionários são: pesquisa de clima organizacional, canais de comunicação, investimento na carreira dos empregados, políticas de qualidade de vida, dentre outros. No que concerne aos empregados, que são os principais responsáveis por sua carreira e desenvolvimento profissional, cabe-lhes conversar com seus líderes sobre alguma insatisfação ou problema familiar, cuidar da sua saúde física e mental, fazer cursos paralelos à empresa, desenvolver habilidades requeridas pelo mercado atual e tentar desligar-se do trabalho em suas horas livres.

Desafios e soluções acontecem e acontecerão. Administrá-los é um bom caminho para uma vida profissional feliz e prazerosa. Mais uma vez, É POSSÍVEL, SIM, SER FELIZ NO TRABALHO.

 

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

 

Crise no trabalho eleva em 1,6 milhão o número de consultas psiquiátricas. Disponível em

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/11/crise-no-emprego-eleva-em-14-milhao-o-numero-de-consultas-psiquiatricas.shtml /.

Acesso em 10 de janeiro de 2019.

Gestão de Pessoas: para atrair talentos, setor precisa pensar na qualidade de vida dos funcionários. Disponível em 

https://g1.globo.com/educacao/guia-de-carreiras/noticia/2019/01/15/para-atrair-jovens-talentos-setor-de-rh-precisa-pensar-na-qualidade-de-vida-dos-funcionarios.ghtml/.

Acesso em 13 de janeiro de 2019.

Para médicos, economia ruim colaborou aumento de transtornos mentais. Disponível em

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/11/para-medicos-economia-ruim-colaborou-com-aumento-de-transtornos-mentais.shtml/

Acesso em 15 de janeiro de 2019.

 

Marcela Brito

Fale com a Mentora

Há um movimento curioso acontecendo no mundo do trabalho, partindo dos profissionais de diversas áreas e segmentos: muito anseio por ensinar e compartilhar informações e pouco interesse por aprender e absorver novos conhecimentos. De uma hora para outra todos se tornaram palestrantes, coaches, mentores, trainers e instrutores. Porém, observem que dificilmente as pessoas se denominam professores. Curioso, não? Por que será que isso acontece? Atualmente, temos uma questão formativa relacionada a alguns títulos. Por exemplo, ser professor é mais complexo, dá mais trabalho e, além disso, tem menos status do que ser qualquer outra nomenclatura citada anteriormente. Isso reflete bem a natureza das pessoas que tem buscado passar para esse próximo nível.

 

O professor precisa cumprir requisitos em sua formação e, teoricamente, precisa de atributos mínimos como a didática, para transmitir seu conhecimento. Precisa de preparo emocional para lidar com salas de aulas cada vez mais adversas e resistentes, além de filhos de uma geração de adultos mimados e egoístas. Dura missão. E não tem reconhecimento no Brasil.

Ser qualquer outro nome relacionado a treinamento, desenvolvimento de pessoas e afins dá menos trabalho. Você faz uma formação em dois fins de semana, a distância, paga por uma (ou mais) certificações e no final você cobra aí seu valor inicial para realizar alguns encontros e obter retorno financeiro (e prestígio).

E qual o problema, Marcela, em querer ser qualquer um desses títulos? Nenhum. Você pode ser qualquer uma das nomenclaturas que for conveniente, contudo existe algo que a natureza imediatista dessa geração de profissionais não permite entender: o aprendizado e a ascensão ao status social de qualquer uma dessas atuações só vem com a experiência e o aprendizado contínuo.

Para qualquer uma das duas é necessário compreender que leva um tempo até as coisas fluírem e você, enfim, merecer receber esse tipo de titulação. Você pode ser o que desejar, desde que trabalhe diariamente, com disciplina, humildade, regularidade e paciência. Portanto, tenha calma, busque aprender com pessoas que estão em patamares mais altos que os seus, converse com especialistas e referências nas áreas nas quais deseja atuar e tenha sempre respeito e foco. Não é uma certificação, tampouco alguns milhares de reais investidos em um ou dois fins de semana que determinarão o seu sucesso.

O que vai posicionar você em sua área de atuação é o que você faz todos os dias, incansável, abundante e pacientemente. Tenha uma ótima jornada!

 
SilvanaScorsin

Silvana Scorsin

A hora da Inteligência verde! 

 

VILMAR SIMION NASCIMENTO

39 anos, solteiro, Coordenador Geral da ONG “Programando o Futuro”, Formação: Marketing e trabalha com gerência de projetos há 15 anos.

 

Capital em Foco: Vilmar, fale sobre sua vida.

Vilmar - Eu nasci no Paraná, meu pai era operário da Usina de Itaipu, então, energia é uma coisa que eu conheço bem desde pequeno. Mudamos para Brasília quando eu tinha 9 anos e foi aqui que eu estudei, casei tive minha filha e consegui construir a ONG “Programando o Futuro”. Sou da área de informática, trabalhei como analista de sistemas, programador e em 2004 eu resolvi abandonar a vida de tecnologia para me dedicar única e exclusivamente as atividades que a ONG desenvolve.

Capital em Foco: E a sua trajetória profissional, fale um pouco dela.

Vilmar – Quando eu terminei o 2º grau, fui trabalhar como programador, web designer e analista de sistemas em uma fábrica de software, na Caixa Econômica Federal, onde eu fiquei por 5 anos. Era e ainda é uma área  ainda em ascensão, evolução, e que vai continuar por muitos anos, só que, ao mesmo tempo que tinha muito acesso à tecnologia de ponta, eu tinha uma preocupação muito grande com as pessoas que não tinham esse acesso  e então eu comecei a entender como a tecnologia facilitaria a vida das pessoas e o quanto ela exclui os que não tem acesso à tecnologia. A minha carreira é na área de informática e eu resolvi abandonar ela para me dedicar a isso, a melhorar a condição de vida das pessoas de duas maneiras, primeiro: fazer com que as pessoas tivessem acesso à tecnologia, e segundo: fazer com que as pessoas soubessem utilizar a tecnologia para melhorar suas vidas e da sua comunidade e seu dia a dia.

Capital em Foco: Então, você é o responsável pelo nascimento da ONG “Programando o Futuro”?

Vilmar- Eu, e mais quatro amigos fundamos a ONG “Programando o Futuro” no ano 2000, registramos ela no ano de 2002 e o nosso primeiro trabalho foi montar uma escola de informática comunitária. Inauguramos em dezembro 2000 e atendemos mais de 300 jovens ao longo do primeiro ano e com dois anos nós já tínhamos montado outras 20 escolas aqui em Brasília, começou a constituir-se em uma rede. A partir de 2003 nós colaboramos com o Governo Federal, Governo de Minas e do DF para montar outros projetos de inclusão digital. Ao longo desses mais de 15 anos de atividade nós possibilitamos a montagem do maior programa de inclusão digital do Brasil com quase 3000 telecentros implantados em parceria com o Banco do Brasil e com mais de 500 ONGs esparramadas pelo Brasil inteiro. Esse programa tinha suas principais unidades em comunidades de baixíssimo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), ele estava em todos os Estados, mas, por exemplo, o Estado de São Paulo tinha 22 unidades e o Estado do Maranhão 110 e o Piauí mais de 100, então, ele era um programa direcionado para pessoas com dificuldade no acesso, por não ter condições financeiras, ou dificuldades de conexão, como é o caso do Porto da Jurema, em São Paulo, que está em uma área um pouco mais de condição social e, no entanto, a conectividade era muito difícil.

Capital em Foco: Onde entra o Lixo Eletrônico?

Vilmar – Então, com o passar do tempo a gente começou a reaproveitar equipamentos que o Governo tirava de uso, que a população descartava ou que não funcionava mais ou que a Receita Federal apreende, enfim, todo mundo se desfaz de equipamento. Começamos a perceber que não tinha saída para o lixo eletrônico, tanto é que as pessoas chamavam de lixo, por não ter destino. O mais comum era colocar no caminhão e esse material ia parar lá na Estrutural. Nós gastamos 3 anos para entender do que eram feitos esses materiais, qual era a composição e quem poderia reciclar esse material e foi aí nós que criamos uma tecnologia chamada METARRECICAGEM. Hoje é uma tecnologia social aberta, qualquer pessoa pode ter acesso, e nós identificamos todos os recicladores no Brasil e fora do Brasil que absorvem esse material, então aquilo que era um problema da tecnologia depois do uso, nós acabamos desenvolvendo uma solução, que é a destinação correta para esse lixo em meados do fim do ano 2007 que era um momento que a população estava se conectando muito e trocando a tecnologia pela primeira e pela segunda vez. Hoje a nossa atividade é levar bastante referência por conta disso, por que garantimos a destinação, informamos o que acontecerá com cada material daquele e principalmente, a grande parte da população saberá que parte desse material é reciclável. O que nós fazemos na grande maioria é a Educação Ambiental. Educar a população a descartar esse material.

Capital em Foco: Diante do que você falou você sente que o meio ambiente é seu caminho, sua missão?

Vilmar – Eu acho que tecnologia é e vai continuar a ser minha paixão, mas a minha missão seguramente é o meio ambiente. O Meio Ambiente - vou te dar alguns dados precisos - para justificar minha paixão. Nós estamos em um planeta redondo que a área dele é muito bem calculada, e a gente sabem muito bem qual o tamanho desse planeta. O que tem fora dele é uma incógnita, mas o que tem aqui dentro é preciso para todo mundo. Tudo o que nós consumimos vem desse planeta, seja, água ou alimentação e a gente tem uma preocupação maior em extrair do que produzir, só não é maior para quem cultiva hortaliças ou carnes, mas no restante, tem sido uma extração desenfreada. Se, sabemos o tamanho do planeta e tudo o que tem dentro é finito e acaba minha missão é essa. Minha preocupação tem a ver com isso. Hoje o que nós chamamos da garimpagem urbana, ela tem a ver com a reciclagem final do lixo eletrônico: 1 tonelada de lixo eletrônico tem bem calculada a quantidade de minerais presentes, seja, cobre, alumínio, ouro, prata ou paladiun. Se você vai para a natureza a mineração tradicional é imprecisa, você pode tirar muito ou pouco. Então a minha missão é preservar o meio ambiente a partir do uso sustentável das tecnologias da informação e comunicação, ou a gente recicla ou um aparelho como esse que você está gravando esta entrevista daqui a 20 anos vira livro de história.

Capital em Foco: Sua meta de vida para o futuro em relação a sua carreira, sua família e com a sociedade?

Vilmar – Pelos próximos anos nós vamos montar o “Pólo de Logística Reversa de Eletrônicos do Centro Oeste”, o Brasil precisa ter pelo menos 5 grandes Pólos que dêem conta disso, e nós seremos o Pólo aqui no Centro Oeste. A minha missão de vida é trabalhar por isso, até o dia que eu não queira mais trabalhar, independentemente da idade e da condição. O meu sonho familiar, e eu até chorei o dia que eu ouvi isso, foi a minha filha perguntando quando que ela ia ter seu lugar na ONG. Eu não consegui responder hora para ela, mas hoje eu digo, que seguramente se esse for o desejo dela que um dia ela e os filhos dos meus companheiros de trabalho vão assumir e vou ficar muito feliz por isso. E meu sonho para a sociedade  talvez seja o mundo não precisar mais da instituição, que a população tenha condições, tenha educação, conhecimentos para fazer o descarte correto dos seus eletroeletrônicos e que tudo o que a gente faz que é muito bonito e está previsto em Lei um dia acaba e vai virando registro de publicações e matérias tão legais, quanto essa que você está fazendo (risos).

Capital em Foco: Wilmar tem um sonho?

Vilmar – pessoal ou profissional?

Capital em Foco: Qual o mais relevante para você?

Vilmar- (risos) Então, meu sonho profissional é a gente ter o Pólo de Meta reciclagem do Centro Oeste e que este Pólo seja referência mundial e que gera muitos resultados financeiros para que a entidade possa ampliar ainda mais a sua atuação. Já o pessoal (risos) vou até tomar uma água, acho que são tantos. Eu acho que um dos sonhos pessoais eu tenho é rodar o mundo contando a experiência que a gente tem aqui e compartilhando. Já esteve em Gana. Na África, que é o local que possui o maior lixão de eletrônico do mundo e eu pude compartilhar no local a nossa experiência, haja vista, um local que tem menos condição que a gente. Acho que eu ficaria muito feliz em palestrar e colocar nossa experiência em países como a Itália e a Alemanha que são referências mundiais no processamento de resíduos, ou em países como o Japão e a China que são referências Nacionais na produção da tecnologia.

 

Vilmar, muito obrigada! Sucesso!