EDITORIAL

Por Betânia Sousa

 

Queridos leitores

A 13ª Edição Especial do Jornal Capital em Foco em homenagem aos pais, traz emocionantes conteúdos que irão fazer você refletir sobre pontos de vista na diferença na vida pessoal e profissional com matérias preparadas com todo carinho para você leitor que deseja constante aprimoramento e conhecimento. 

 

A colunista Ângela Scórsin fala sobre Ser pai é por vezes brigar e chamar a atenção para que os filhos não se desviem no caminho. Isso faz parte da profissão de um Pai de sucesso.  Ana Cláudia Lima nos presenteia com a importância do pai educador no contexto familiar.  Karla Lopes relata sobre os pais que são artistas, são também, responsáveis pela permanência de uma sociedade sã, equilibrada e feliz. Sheyla Ferraz comenta sobre o manual de sobrevivência para um pai adolescente com direito a conselhos e um tapa de realidade. Silvana Scórsin fala com astúcia sobre Um pai Escoteiro, “Chefe” atuante em Grupo torna-se um exemplo não só para seu filho, mas um herói a vista de seus seguidores e da sociedade que o percebe, e eu Betânia Sousa trago mais uma vez a importância do trabalho voluntário, e neste contexto, um trabalho de pais super heróis.

Aproveitem cada artigo.

É o Jornal Capital em Foco conectando pessoas, histórias e profissões.

 
 

 

 

O PAPEL DE PAI EDUCADOR

Por Ana Cláudia Lima

Ser pai educador não é fácil, e ainda mais em uma pandemia. Durante a quarenta exigiu-se mais sensibilidade para lidar com a pressão dos compromissos profissionais, com os filhos, amigos, familiares e relacionamentos. Exercer a paternidade nesse momento se fez mais desafiadora, afinal precisam usar mais da paciência, e olhar as pessoas de forma mais humana e com mais empatia. E, para um pai educador que precisa ser multitarefa, os desafios são maiores.

A busca pelo potencial de cada pessoa, aceitar suas limitações, descobrir talentos e desenvolver empatia respeitando o seu tempo são as tarefas que o pai educador desenvolve, especialmente com seus filhos que precisam de atenção e acompanhamento de suas atividades escolares. Os desafios de educação no contexto online são diversos para qualquer educador que precisam verificar o rendimento de seu filho e ajudá-lo no comprimento de tarefas e prazos para entregar as atividades.

Algumas atribuições não devem ser realizadas somente quando o pai fica com as crianças, no caso de pais separados, passear e ficar mais tempo nos cuidados com os filhos, o pai deve aproveitar o tempo, principalmente, as situações de pandemia para aumentar os laços com os filhos como ouvir mais, fazer mais coisas juntos, seja uma partida de um jogo, passear e/ou brincadeiras ao ar livre, fazerem juntos as tarefas domésticas. Esses momentos mesmo diante das dificuldades e das perdas que estamos vivendo irão trazer uma memória afetiva muito intensa e inesquecível para a vida de filho. O pai educador deve aproveitar essa situação para criar, melhorar e enfatizar sua convivência familiar, no intuito de fortalecer os laços e memórias paternas. Ser um pai educador é buscar mecanismos e estratégias usadas na sua profissão para facilitar sua convivência e relacionamento com seu filho de forma que quando esse momento pandêmico passar, o aprendizado fique concreto na vida dos filhos. Conciliar profissão e responsabilidades paternais não é difícil, apenas precisa de vontade, e acima de tudo, muito amor, porque sem amor nada prospera, e antes de ser um educador dos filhos dos outros, um pai educador é primeiro na sua casa, e isso reflete na sua atuação profissional, porque a teoria sem a pratica não leva firmeza ao seu discurso, e logo sua tese é refutada, porque não sabe se expressar bem quem não vive, e não sabe orientar. Quem não tem experiência em qualquer área das nossas vidas é assim, não basta saber é necessário viver. Aos pais educadores do nosso Brasil que nunca lhe falte amor, dedicação e força em todas as esferas de sua vida.

É Jornal Capital em Foco conectando você ao mundo da pesquisa, educação e transformação.

Fonte:próprio autor.

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(Foto: Freepik)

 
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Um Pai de Sucesso

Por Ângela Scórsin

 

Queridos leitores, o artigo desta edição é uma homenagem aos pais. Infelizmente não tenho mais o meu paizinho aqui presente, mas sinto-o no meu coração todos os dias.

A carreira de um pai vai além de dar um sobrenome ou uma certidão. A responsabilidade de educar, dar exemplo, ajudar e orientar é um desafio diário.

Os pais são muitos e de todas as profissões.

Tem pais que são mães, assim como, tem mães que são pais. No fundo o objetivo é um só: criar os filhos para que sejam fortes o bastante para enfrentar o mundo e as armadilhas que aparecem pelo caminho.

Educá-los para fazer o bem, orientá-los aos valores da família, que estudem para que sejam bem sucedidos, e claro, que nos orgulhem na caminhada.

Ser pai é por vezes brigar e chamar a atenção para que os filhos não se desviem no caminho. Isso faz parte da profissão de um Pai de sucesso.

Para levar o sustento para casa, o pai se vira nos trinta. No trabalho a exigência e pressão são muitas, mas com dedicação e amor à família, faz suas atividades com fervor.

Sabemos que independente da profissão que escolheu, e por vezes, nem escolheu, apenas aceitou o que apareceu no momento para não ficar desempregado, porém toda a labuta é levar para casa alimento para a família e vê-los felizes.

A esses pais que são verdadeiros guerreiros da vida, um salve de amor e saúde, serenidade e resiliência, prosperidade, confiança e Fé que o futuro de nossos filhos será de muitas alegrias e felicidades.

É preciso acreditar que o amanhã será irrefutavelmente mais humano, e com pais mais líderes dentro dos lares.

Grande abraço.

 

Atuação dos pais no voluntariado

Por Betânia Sousa

Em homenagem ao mês que se comemora O Dia dos Pais, o Jornal Capital em Foco fala da atuação dos pais no voluntariado. O trabalho voluntário é muito importante para a sociedade em geral, podemos observar várias mulheres inseridas em projetos sociais relevantes, mas também, podemos encontrar muitos homens que se destacam por desenvolverem algum trabalho no campo voluntário. Diante aos desafios da sociedade moderna que exige que sejamos mais humanos, o que mais falta atualmente é relações humanizadas em todos os contextos, principalmente pelo fato de sermos egoístas, o que não é um defeito, mas sim, uma atitude de sobrevivência dependendo do cenário.

E, para você que ainda não conhece o Dudu Noel e sua turma  trazemos aqui exemplos de homens, pais , esposos e voluntários de um dos projetos mais encantadores de Brasília, conhecidos como os Super Heróis da solidariedade, eles são sinônimos de animação , coragem e força, pois para fazer a diferença em um momento totalmente desfavorável é necessário ser corajoso, e isso, não falta para esses homens que resolveram  ser voluntários e dedicam seu tempo e dinheiro em prol da vida de muitas pessoas.  Quando uma pessoa desenvolve um trabalho social desse porte, ele mostra o quanto podemos ser úteis na vida de alguém e para isso só precisamos ter disponibilidade e boa vontade.

 

Até hoje, o Dudu Noel e sua turma já ajudaram várias pessoas e continuam buscando formas de ajudar cada vez mais por meios de suas ações que são variadas, desde doação de sangue, cestas básicas, dentre outros. O grupo é formado por homens e mulheres motociclistas que usam o amor pelas duas rodas para beneficiarem aos cidadãos. A importância desses pais no trabalho voluntário é mais do que um texto, como este que pude descrever, porque faltam palavras para sintetizar a força de um trabalho que muitas vezes é feito no anonimato, com tantos desafios que não é mostrado nos bastidores, só quem vive sabe, e tem dimensão do quanto é difícil. A turma do Dudu Noel são parceiros do nosso Jornal porque acreditamos e damos voz a quem decide ser e fazer a diferença na vida das pessoas simplesmente por verem que a verdadeira mudança que buscamos na nossa sociedade deve ter inicio em nós. Desejamos aos pais voluntários que nunca falte fé, amor, força e coragem para levarem a diante, o trabalho tão importante. E que mais homens e mulheres sejam impactados com o trabalho e ações cada dia mais. E, você que sente vontade de ajudar ou fazer parte desse time entre em contato com a equipe por meio do instagram @dudunoelbrasilia.

É o Jornal Capital em Foco conectando pessoas, histórias e profissões.

 
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Meu pai é um artista

 

Por Karla Lopes

 

Viver de arte no Brasil é um desafio diário. Viver de arte na Capital Federal, desafio em dobro.

Temos um cenário cultural muito intenso, com música, teatro, apresentações de rua, eventos sociais, que envolve atuações importantes de centenas de pessoas. Entre as figuras que fazem a roda da cultura girar, estão os pais, que com toda a alegria de ser quem é, precisam manter a arte viva, mas também, dentro de casa, financeiramente e humanamente, sua estrutura, seus filhos e seus sonhos.

O sistema não ampara o suficiente, então, no geral, temos pais artistas que acumulam mais de uma função. E com a chegada dos tempos pandémicos, os artistas de Brasília viram, com desespero, o fechamento total do setor cultural, a queda da renda, o aumento do desemprego para 18,6% e o avanço de doenças psicossomáticas.  

Além de todos estes desafios, os novos tempos cobram uma participação diferente de algumas décadas atrás, onde os pais eram apenas provedores, sequer trocavam uma fralda. Hoje, os pais são realmente participativos, inclusive, atuando intensamente no home schooling.

No mês dos pais, o Jornal Capital em Foco presta uma homenagem a quem acredita na arte, na cultura, no desenvolvimento social e na família.

O ator Elder de Paula, casado com a também atriz Priscila, encara o ofício como artista com aprendizagem e descoberta. Em alguns momentos é complexo, mas ele acredita que a rotina de uma família precisa de uma padronização e a de artista pode ser maleável sem sair do campo da responsabilidade. Como artista e pai, ele busca no imagético suas inspirações. Durante a pandemia, para Elder, o apoio da família foi fundamental e ainda com todas as dificuldades surgiram testes para algum personagem ou perfil em uma campanha. Para o futuro da cultura e de seu filho: “Espero que continuemos nesse desenvolvimento de falar de possibilidade e características diferenciadas. Espero que a cultura continue nesse caminho da inclusão. O mundo é bastante ímpar e a cultura necessita mostrar todos os lados de vários contextos. Quero meu filho possa entender que as artes e a cultura são algo tão cotidiano quando a escola”.

Outro pai que vem se reinventando, é o Thiago Barcelos, o Mágico Tio Thiago, que é animador infantil, mágico e empresário. Ele relata que o último ano trouxe prejuízos, com a diminuição de cerca de 50% dos eventos. Desta forma, foi preciso se reinventar e investir em outra área, que no caso dele foi a de doces para eventos. Inclusive, em breve, ele inaugurará a loja física, a Amorem Doces. Pai de Lucas, de 3 anos, Thiago conta que sempre que começa a preparar um show, precisa da aprovação do pequeno e que já ama o trabalho do pai, pois nem todo pai é mágico. Para o futuro ele espera que: “todos possam respeitar, valorizar e acima de tudo entender que por trás de um artista existe uma família que o ama. Acho que a base de tudo é o respeito, o reconhecimento do trabalho do artista, isso que ensino para o meu filho e espero que num futuro bem próximo possamos ser mais valorizados. Trabalhar com cultura em um país que não valoriza a arte é muito complicado, mas tenho muita fé que isso vai mudar muito em breve e quando isso ocorrer meu filho que hoje é uma criança, possa lá na frente entender e valorizar ainda mais os trabalhadores/artistas”.

A cultura está muito relacionada não somente com a arte em si, mas com a forma como nos comportamos em sociedade, criamos laços e fortalecemos as relações. Os pais que são artistas, são também, responsáveis pela permanência de uma sociedade sã, equilibrada e feliz.  Desta forma, o que se espera é que eles se realizem e sigam construindo pontes de respeito à diversidade, o culto à magia, a alegria e a transformação.

Fonte: uol.com.br/brasildefato.com.br/ codeplan.df.gov.br
Imagem: Acervo pessoal dos entrevistados

Instagram dos entrevistados:

@elder.depaula (@grupocaras) e

@magico_tio_Thiago (@teranimacoesinfantis e @_amorem_doces)

 
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Vou ser pai, e agora?

 

Por Sheyla Ferraz

Manual de sobrevivência para um pai adolescente com direito a conselhos e um tapa de realidade

Embora sejam poucos citados, pais adolescentes existem aos montes ao redor do planeta. Eles são aqueles que receberam de sua parceira a notícia que o fez arregalar os olhos e dizer: “você está falando sério?!”

Pais em uma fase precoce da vida. O desafio que começa tão cedo leva o pai de primeira viagem a assumir a responsabilidade de educar um ser que virá ao mundo totalmente dependente de uma boa estrutura familiar. Infelizmente, nem sempre isso é possível, por razões tristes e até revoltantes.

Fora o desprezo de pais covardes, existe aqueles que mesmo com o coração pulando na garganta, decidem ficar e assumir o novo momento de sua história. A chegada de um bebê muda o curso dos pais para sempre!
 

Ser pai prematuramente apressa os ponteiros do relógio da maturidade, mas pode ser uma diversão e tanto poder sair por aí parecendo o irmão do próprio filho (a). Um pai que assume sua responsabilidade, mesmo diante das incertezas de como será o futuro, extrai o maior número de lições para si, e nunca mais consegue ser a mesma pessoa.

Parece até ter um olhar “romântico” demais diante da realidade social vigente, porém, toda regra tem suas exceções... Acredite. Pai provedor, zeloso, que ama e é o melhor amigo dos seus filhos. É desse quilate de pai o qual me refiro. A situação inesperada que o forçou a buscar sua melhor versão e a adiar planos individuais, até porque, a partir de agora sua vida precisará ser vista por outro ângulo.

A vida exige coragem para tudo, para ser pai não é diferente. Ele vai ter que suar mais a camisa, vai precisar se desdobrar e contar com uma rede apoio. Vai ter que deixar a vaidade para segundo plano e antes de tudo, estar atento ao armário ou a solicitação da mulher quando lhe comunica que a fralda e o leite estão acabando. E lá vai mais uma dica de ouro: seja parceiro, adjunto. Não espere que seja só uma obrigação da mulher. 

É comum que não apenas o pai se surpreenda com o novo presente, a família também. Entre o medo e o conselho duro, em pouco tempo já pensam em como será os detalhes para a chegada do novo integrante e de alguma maneira, no final das contas, tudo vai se ajeitando...

 

Nada se ser pai molenga. Gasta essa energia aí! Seja a companhia que o seu filho não precisa procurar na rua. Ouça, senta para ouvir e não tenha vergonha de parecer ridículo quando se tratar de vê-lo feliz. Não deixe em hipótese alguma de dizer ‘eu te amo’ e acima de tudo – revele este amor em suas ações. Pense mais antes de agir, agora tem alguém que se inspira em você e você será diariamente um alguém que ele (a) irá se espelhar. Vai valer à pena. Se você pudesse imaginar o quanto você vai aprender ao longo desse caminho...

 

A vida muda de cor, de formato e de sentido. Ser pai em qualquer idade é desafiador, até quando ele se julga pronto para isso, porque é no dia a dia que se constrói um pai. Nas descobertas, nas agruras, nas correções e nas belas inéditas surpresas. Acorda cedo, faz hora extra se preciso for e não deixe a desejar nos cuidados. Tenha os erros como instruções, e se necessário, volte e faça tudo novamente.

 

Dedique-se ao máximo, invista no futuro dele (a). Motive, esteja na primeira fileira da arquibancada para aplaudir cada conquista e faça mais do que um dia fizeram por você.  Tenha o seu mais novo herdeiro como sua motivação constante. Você não imaginava que seria agora, mas já que foi, “honre as calças”, como diriam os nossos avós e cumpra esta missão. A bola da vez está com você!  

 

Feliz dia dos pais para aqueles que logo tão cedo tiveram que assumir a paternidade e agora, seu principal papel é o de se esforçar em ser o melhor pai do mundo, e não importa o que você tenha para oferecer hoje, desde que, seja o seu melhor.
 

 
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Homem, pais, profissional e o Meio Ambiente! Um dia de Escotismo.

 

Por Silvana Scórsin

O escotismo é um movimento mundial que nasceu em 1907 pelas experiências de um militar britânico que atuou em vários confrontos, Robert Stephenson Smyth Baden-Powell.

Baden – Powell chegou a patente de Tenente General, foi pai de 3 filhos e tornou-se herói aos olhos de seus compatriotas, e dos adultos e crianças, assim que voltou da África do Sul para a Inglaterra nos fins de 1901. Havia escrito um livro, o Aids to Scouting (Ajudas à Exploração Militar), o livro era destinado a jovens militares e continha instruções de sobrevivência, coragem, perícia e exploração; e se surpreendeu com a popularidade e com o sucesso que seu livro estava fazendo para as escolas masculinas juvenis.

Não demorou para Baden – Pawell perceber sua maior e ilustre missão e desafio:  a de tornar o mundo melhor por meio do adestramento de jovens à consciência da natureza, o Meio Ambiente, com educação, disciplina para construir um mundo melhor, onde as pessoas se realizem como indivíduos e desempenhem um papel construtivo na sociedade. 

Banden – Pawell pediu demissão do Exército e dedicou-se ao que hoje é uma das maiores fraternidades mundiais. Faleceu em 8 de janeiro de 1941.

O escotismo mundial cresce, e se mantem fiel as suas raízes, as suas Leis, graças aos inúmeros voluntários, homens e mulheres, na grande maioria pais, que tiveram a jornada dentro do movimento.

 

Não poder dedicar-se somente ao escotismo, como o idealizador e fundador, não é um problema para muitos pais de família, que não podem abdicar de seus trabalhos e de suas profissões, e hoje são atuantes nos quadros das “Chefias” dos Grupos de Escoteiros espalhados pelo mundo afora. Esses pais possuem uma jornada semanal de trabalho e carreira profissional, e aos finais de semana e, em muitos casos, durantes noites e madrugadas, dedicado ao escotismo, sendo: o preparo das atividades, participação em eventos, participação nos Conselhos Administrativos, entre tantas outras tarefas que o movimento necessita, pois, os Grupos se mantem com pequenas mensalidades e ainda praticam a solidariedade, que é um dos pilares do movimento.

Um dia de Escotismo possui um Programa Educativo que possa ser trabalhado nas seis áreas de desenvolvimento: físico, intelectual, social, afetivo, espiritual e de caráter, com base nas características individuais de cada fase da idade.

Um pai Escoteiro, “Chefe” atuante em Grupo torna-se um exemplo não só para seu filho, mas um herói a vista de seus seguidores e da sociedade que o percebe, que o vê como uma pessoa desprendida de ganhos pessoais para compartilhar os conhecimentos dos maiores valores que se podem transmitir: educação, disciplina, respeito a natureza e ao Meio Ambiente e a sociedade. Não distante do idealizador Baden-Pawell, a coragem de manter esses valores vivos em tempos de lutas e combates sociais. Esse homem, pai, escoteiro, amigo e “chefe” merece a nossa honra e a nossa homenagem: Toda a natureza, a sociedade e o Meio Ambiente diz! Obrigado!

Melhor Possível! Sempre Alerta!   Quer conhecer o movimento? Acesse:



Fonte: https://escoteiros.org.br/o-que-e-escotismo/