6ª edição do Jornal Capital em Foco 

VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA NO TRABALHO

Por Ângela Scórsin

Quem nunca passou por isso? Síndrome do pânico, ansiedade, depressão e outras doenças. Mais do que nunca se houve falar nessa mistura de sensações que acontecem por causa do estresse no trabalho. O assunto é debatido em Seminários e Congressos, e até dentro das organizações para reverter o processo desumano, que por vezes, digamos assim, é vivenciado por nós.

Como lidar com isso? De que forma? Para alguns parece coisa simples. Denunciar e pronto, mas algumas pesquisas em sites de advocacias e de recursos humanos, as razões pelas quais os colaboradores não se envolvem ou deixam para lá a situação são: receio de perder o emprego, medo de represálias no próprio ambiente de trabalho e até mesmo vergonha da exposição.

O que não dá para entender é que as empresas deste século tem em seus valores baseados na qualidade de vida, sustentabilidade, ambiente saudável físico e mental, mas a realidade é bem diferente.

As organizações estão cobrando do colaborador cumprimento de metas cada vez maiores, cursos, especializações, graduações, mestrados e por aí vai... Não estou dizendo que não é para estudar, pelo contrário, quanto mais informações e conhecimentos, mais sucesso teremos, porém tudo tem que ser feito com calma, uma coisa de cada vez.

O assunto é sério e requer cuidados antes de tomar qualquer iniciativa de processo. Por isso procure ajuda com um especialista, fique atento ao Projeto de Lei PL 4742/2001 que já está na mesa da Câmara dos Deputados para despacho ao Senado Federal com NOVA EMENTA: Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), para tipificar o assédio moral no ambiente de trabalho.

As organizações devem ficar cada vez mais atentas com seus colaboradores, investindo em uma infraestrutura melhor para o colaborador, benefícios, cursos e treinamentos para que ele agregue valor humano, e assim produzir com qualidade, e se relacionar com o mercado com sucesso.

Certamente os resultados serão positivos para a empresa. E para os colaboradores vale ressaltar a importância de uma boa convivência, porém, caso seja imposto algo que você não concorde ou não esteja te fazendo bem, antes de tornar uma ação em um conflito desnecessário, opte por outras oportunidades. Às vezes é uma chance de você sair da zona de conforto e sentir outros ares.

Dicas preciosas: aprenda algo novo (estude, leia bastante e faça cursos diversos, mas sempre um de cada vez); delegue assuntos, ações e responsabilidades (você irá respirar melhor); crie empatia (isso fará você enxergar o próximo com mais carinho); e por fim, seja grato pela vida.

Ângela Scórsin

Especialista em Assessoria Executiva e Secretária Executiva

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