8ª edição do Jornal Capital em Foco 

A carreira da Mulher Maravilha

Por Ângela Scórsin

Queridos leitores, em homenagem ao mês das mulheres, falarei de uma personagem que muito nos representa, a Mulher-Maravilha, a Deusa da Verdade e da Guerra. Com certeza já ouviram falar dela. Uma super-heroína das histórias em quadrinhos. Ela tem força, invulnerabilidade, poder de cura, sentidos aprimorados, agilidade sobre-humana, projeção de energia, e ainda fica invisível.

 

Essa personagem fictícia na realidade existe, somos nós. Nos desenhos e filmes o personagem sofre, cai, levanta, e luta por um mundo melhor. Na vida real não é diferente, caímos e levantamos a todo o momento. Lutamos pelos filhos, pela casa pelo trabalho, e claro para um mundo melhor para nossos filhos.

 

As mulheres são protagonistas nos papeis como: mães, filhas, esposas, irmãs, avôs, sobrinhas, tias... E, ainda conseguem ser: donas de casa, lavadeiras, passadeiras, enfermeiras, psicólogas, farmacêuticas, empresárias, sindicas, contadoras de histórias, cuidadora de idosos, bancárias, médicas, e por aí vai inúmeras profissões que vocês nem imaginam que podemos ter. Impressionante como temos tantas habilidades, e como conseguimos fazer tantas coisas ao mesmo tempo, e sem tempo de reclamar (risos). E ainda dizem que somos um sexo frágil. Doce ilusão. Somos poderosamente fortes em todos os contextos.

 

O quer mais gosto de ler sobre nós? Mulheres na carreira executiva.  Estamos cada vez mais no topo, dominando o mercado, e de uma forma equilibrada. Apesar de ainda haver uma desigualdade financeira, não desistimos. Fazemos a diferença nas organizações e nada nos abala. Tiramos de letra os obstáculos e lidamos melhor com os conflitos, pois usamos nossos poderes de mulher-maravilha. Outra coisa que alguns gestores questionam é a maternidade. Ser mãe é maravilhoso, mas, e daí? Esquecem que temos poderes para dominar a situação?

 

Muitas voltam ao trabalho antes da licença maternidade acabar por causa da responsabilidade, e se transformam em 03 se for preciso para conciliar tudo. Agora, digo com propriedade que o que nos deixa doentes, por vezes, não é o tanto de atividades que temos, mas a forma como somos tratadas no mercado pela falta de respeito de outros colegas, mas que como explanei antes temos poderes para nos livrar disso tudo. Usamos a força física para trabalhos pesados, a força mental para nos posicionar, e ficamos invisíveis no momento em que estamos fazendo tudo ao mesmo tempo.

Parabéns mulheres lindas.

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Ângela Scórsin

Especialista em Assessoria Executiva e Secretária Executiva

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