EDITORIAL

Por Betânia Sousa

 

Queridos leitores

Na 12º edição, o Jornal Capital em Foco está homenageando os trabalhadores,  e os nossos colunistas fizeram com todo amor e carinho, textos que irão fazer toda diferença na sua vida profissional e pessoal, por apresentarem conteúdos que agregam a carreira por meio de  dicas e relatos de experiências vivenciadas, que sem dúvida, são de extrema relevância.

 

A colunista Ângela Scórsin comenta sobre “Saiba aproveitar as oportunidades” em tempos de caos, Ana Cláudia aborda a “Profissão Professor na Pandemia” - riscos, dedicação em dobro e alegria, Betânia Sousa apresenta “A importância do trabalho voluntário” - empatia e emoção juntos, a colunista Karla Lopes discorre sobre  “O trabalho do Cerimonial na nova era de casamentos” - a reviravolta de um sonho, Leone Carneiro aborda a “Experiência do Colaborador: tema central na pauta das organizações” – habilidades, competências e equilíbrio emocional, Sheyla Ferraz,  fala sobre  “Brava Gente” – homenagem linda a todos nós, e a querida Silvana Scórsin  aborda “O Trabalho e o lixo eletrônico” - inovações e modernidades, em contramão aos processos de reaproveitamento e logística reversa.

* Esperamos contribuir de alguma forma para o desenvolvimento e conhecimento de todos. *

 Boa leitura!

 
 

Profissão: Professor na Pandemia

Por Ana Cláudia Lima

As profissões tiveram que enfrentar mudanças repentinas há mais de 1 ano, quando começou a pandemia. Tivemos que adaptar o modo de trabalhar para evitar o contágio, deixamos por algum tempo de trabalhar presencialmente, usamos equipamentos específicos além do EPI – Equipamento de Proteção Individual que algumas profissões precisam. Uma das profissões que foi bastante afetada com a pandemia foi a dos professores. Estamos há mais de 1 ano fora da sala de aula. No meu caso que estava com contrato temporário no IFB – Instituto Federal de Brasília, e muitos outros colegas de escolas públicas ou escolas de ensino técnico particulares.

Esse afastamento forçado das salas de aula, aumentou a carga de trabalho, pois além de dar conta dos alunos, tivemos que aprender a lecionar em outro contexto. Buscar soluções para a falta de conhecimento tecnológico por nossa parte, e também dos alunos, incluir os que não tem recursos e nem condições financeiras, além da falta do ensino presencial prejudicar muito o desenvolvimento socioemocional, principalmente nas séries iniciais, e também para os jovens. E, o professor como elo entre alunos e a instituição sofrem muito com essa situação.

Mas, a pandemia trouxe, também, oportunidades para mudanças em muitas questões educacionais quebrando alguns paradigmas com relação a avaliações e entrega dos materiais para alunos. Uma avaliação diagnóstica bem elaborada ajuda a desenvolver melhor os conteúdos, ajuda na adaptação de materiais, além de uma abordagem mais eficaz e eficiente. O trabalho de desenvolver materiais para que os alunos possam desenvolver sem o auxílio do professor ao seu lado, senso crítico, reflexivo e lógico, de certa forma trouxe alguns benefícios. Além, é claro, de trazer o aluno para gerenciar o seu próprio tempo, aprender através de leitura de textos, livros, e principalmente de toda tecnologia disponível, motivar os alunos a ser independente e a buscar o seu conhecimento.

Infelizmente a pandemia trouxe um desafio ainda maior para os profissionais da educação, mas também, a certeza da importância desse profissional no contexto social. Se, sabíamos que o professor é o formador de todas as outras profissões, agora temos mais certeza disso. A valorização desse profissional é mais evidente. Parabéns Professores por seu trabalho que conecta pessoas, histórias e profissões.

Fonte:próprio autor.

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Saiba aproveitar as oportunidades

Por Ângela Scórsin

 

Queridos leitores,

É tempo de aproveitar as ocasiões. Apesar das dificuldades que o nosso país enfrenta nesse momento, o esperto e otimista profissional, visionário e empreendedor cidadão, fica atento as oportunidades do mercado. Recentemente li em um site de vagas, que a multinacional ClearSale (de São Paulo), empresa de tecnologia e segurança, abriu muitas vagas para home office para todo o Brasil, do ensino médio a superior, e em diversas áreas. Isso é magnífico. Aliás, existem várias empresas recrutando, não só lá em São Paulo, mas nos demais Estados. Há, inclusive, pessoas que criaram sites de vagas para ajudar nessa disseminação de vagas de empregos. Um trabalho formidável de solidariedade.

Outro item que tem me chamado a atenção ao conversar com alguns colegas é sobre o quanto estamos reféns da tecnologia, afinal, ela veio para otimizar nosso trabalho. E, como ajuda. Algumas pessoas dizem que ela causou um certo flagelo, digamos assim, mas é preciso ver por outro ângulo. As profissões tiveram que se inovar, se reinventar, e isso é extremamente positivo.

Um exemplo que gosto de mencionar é o da telefonista, que depois a automação, pode se estruturar, e se especializar para um cargo melhor e mais rentável. Pessoal, é preciso ser confiante. De um limão, fazer uma limonada.

Agora, falando em tecnologia e automação, sabemos que isso vem ganhando força nas empresas. Automatizar processos, atividades repetitivas e demandas complexas facilitam a vida de qualquer profissional, mas, o mais incrível disso, é que nem todas as funções precisam dessa automação. Por quê? Simplesmente, porque necessitam do toque e da sensibilidade humana. No artigo da Forbes – carreiras, tem uma matéria formidável onde eles apresentam 13 carreiras que nunca serão automatizadas. Vale a pena ler. Algumas delas: execução da Lei; decisões estratégicas; trabalhos criativos; gerenciamento de energia; atendimento ao cliente, e este aqui, por mais que os chats, e assistentes virtuais nos ajudem, nada melhor do que resolver um problema ou conflito no olho a olho.

Portanto, estejamos abertos a criatividade e inovação. Saibamos aproveitar as oportunidades realizando pesquisas de empresas, sites de vagas, se especializando a cada dia, e o principal, acreditar em você mesmo. Que você pode ser o próximo empreendedor do mercado.

Fonte:  https://br.clear.sale/

https://forbes.com.br/carreira/2020/03/especialistas-em-tecnologia-apontam-13-carreiras-que-nunca-serao-automatizadas/#foto11

 

A importância do trabalho voluntário

Por Betânia Sousa

Nessa edição, o Jornal Capital em Foco está homenageando os trabalhadores em geral. E, uma classe importantíssima e responsável pelas transformações sociais, são os voluntários. Essas pessoas desenvolvem seus trabalhos de forma árdua e com muito profissionalismo, porém, sem remuneração pelos os serviços prestados. Para termos dimensão da importância dessas pessoas para a sociedade, no dia 28 de agosto é comemorado o Dia Nacional do Voluntariado. Ser voluntário não é fácil, e nem todos tem as competências para exercer tal função, porque é necessário muito amor pelo o que se faz, bem como, muita responsabilidade para abraçar o trabalho de forma que a entrega seja correspondida com as necessidades sociais.

Para se trabalhar no voluntariado é necessário grande empatia, amor, comprometimento, solidariedade, e acima de tudo, respeito pelo ser humano e pelas instituições que contam com a colaboração dos indivíduos que fazem parte desse time.  Essas pessoas desenvolvem atividades de peso no contexto social sem um respaldo financeiro, e na maioria das vezes, precisa  lidar com a dor do outro de forma que não seja afetado emocionalmente pelas experiências vivenciadas, ou seja, é necessário muito controle emocional para não  se deixar abalar ou desanimar frente as dificuldade da realidade de muitas pessoas, porque não é fácil ver determinada situação, e não poder fazer algo. É difícil.

 

O trabalho voluntário é tão importante que muitas empresas na hora de contratação, visam a preferência a quem exerce alguma atividade voluntária. É um critério de grande valor e que faz diferença no mercado de trabalho. Se você tem um desejo de ser voluntário e não sabe como? Busque informações e faça parte desse universo vasto que é o voluntariado.

No Brasil temos vários projetos e instituições que buscam por pessoas disponíveis, porque além de agregar valor ao seu currículo, certamente vai trazer grandes benefícios para sua vida. Conclui-se que ser voluntário não é fácil, mas também, tem seu lado gratificante de poder ajudar no sentido de ser útil na vida das pessoas. Aos trabalhadores voluntários nosso respeito e admiração. Continuem fazendo a diferença no contexto social e que sejam  expiração para as futuras gerações.

 
 

O trabalho do Cerimonial na nova era de casamentos.

 

Por Karla Lopes

 

Seguimos em meio à pandemia, aguardando a vacina. Enquanto isso, o setor de eventos sociais não retoma as atividades normais, principalmente porque para isso é necessária a imunização em massa.

Com a crise, está havendo uma nova maneira de enxergar o casamento e a celebração. E, tem dado ao mercado, novas maneiras de realizar a celebração em si. No caso do serviço de Cerimonial, o profissional tem se dedicado a provar a sua importância, independente da mudança de cenário.

Dentro deste novo universo pandêmico, e pós pandêmico, novos tipos de celebrações surgiram, focando principalmente na diminuição do número de convidados e a preservação da saúde, evitando o coronavírus. Entre as novas celebrações do amor, temos o Mini Wedding - casamento intimista, com no máximo 100 pessoas (que já era tendência), o Sequel Wedding - a realização do casamento em sequência, gerando várias festas, dividindo em grupos de comemorações, e o Elopment Wedding - “casamento em fuga", que é quando o casal viaja para outro local, à dois, e conta com a presença apenas do celebrante e fotógrafo (e o Cerimonial). 

E qual seria o papel do Cerimonial neste novo estilo de casamento?  - O papel do Cerimonial não muda por consequência do número de convidados ou o tipo de celebração. Ele segue sendo o ponto de partida da organização em um cenário geral, que vai desde a indicação até o acompanhamento da cerimônia e comemoração.  O que se sugere ainda que seja um casamento à dois, o trabalho de articulação, contratação, principalmente de fornecedores de outros estados e países, é tão importante quanto em um casamento tradicional para 100 pessoas. E, se ele for em sequência, como o apresentado, o trabalho desenvolvido será ainda mais intenso.

Este seguimento tem se desdobrado em adiamentos, mas principalmente em não deixar que o sonho seja cancelado. Apesar de ainda, em sua maioria não estarem atuando na realização do evento, seguem proporcionando ao casal a continuidade de todo o processo de organização, em diálogo com fornecedores, reavaliando cronogramas e valores, e mantendo o espírito positivo de que tudo em breve acontecerá como o planejado.

O mais difícil segue sendo apresentar a importância do Cerimonial e o entendimento das pessoas. Mas é um trabalho diário. Por sorte, existem muitos casais já casados, que podem testemunhar, e indicar que independente da celebração desejada, quem também proporciona um evento de sucesso é o Cerimonial.

Referências: lapisdenoiva.com/constanzehn.com/znakyou.com.br

Imagem: Pinterest

 
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Experiência do Colaborador: tema central na pauta das organizações

Por Leone Carneiro

 

De março de 2020 até o momento, quais as palavras que mais você tem escutado? De acordo com a pesquisa da Google, na procura “o que é?”, a palavra mais buscada foi Lockdown. Também, apareceram na lista: home office, saúde mental, pandemia, dentre outras.

Dentro das organizações, em questões de dias, os colaboradores passaram a trabalhar remotamente ou em home office. Tal mudança provocou, e ainda provoca, alterações no modo que as organizações operam. Como está a saúde mental do trabalhador? Como a empresa medirá os resultados do trabalho realizado por cada funcionário? A carga horária de trabalho por empregado aumentou? Os colaboradores estão mais cansados, estão produzindo melhor?

Observando as perguntas acima, uma palavra se destaca: o trabalhador.

 

Com a pandemia, o empregado passou a ser um dos centros de preocupação da empresa (em algumas empresas, isto já era prática). Com este movimento, intensificou-se a preocupação com a Experiência do Colaborador na organização. Antes de explicarmos seu significado, faça uma pausa. Para você, o que é Experiência do Colaborador?

 

Experiência do Colaborador ou Employeer Experience é a jornada de uma pessoa em determinada organização, desde o primeiro contato até o seu desligamento, seja por demissão ou vontade própria. Ela é dividida em três partes, conforme figura abaixo:

                                                           Onboard                            Jornada                                Offboard

                                                                  1                                         2                                           3

                                                        ____________________________________________________

 

Na primeira fase, chamada Onboard, é onde ocorre o primeiro contato da empresa com o interessado na vaga ou vice-versa. Ela começa com o processo seletivo e finaliza no ato da contratação. É no onboard que o novo empregado começará a se relacionar com seus colegas de trabalho, realizará suas tarefas e  vivenciará a cultura organizacional na prática.

A segunda fase é o tempo no qual o empregado passa na organização. A última fase é o offboard, ou seja, o desligamento do empregado a pedido ou por demissão.

O planejamento das três fases citadas é de suma importância. Requer organização, participação do RH e do líder imediato. Um processo seletivo transparente, com comunicação clara e eficaz, e bem elaborada influência, seguramente, na experiência do candidato. Você já fez algum processo seletivo em uma organização e não recebeu nenhum feedback da mesma empresa? Qual sua sensação ao passar por tal condição?

Depois da contratação, o empregado começará, de fato, a realizar as atividades para as quais foi contratado (fase 2). Organizar a recepção do novo contratado também é essencial. Certas empresas preparam um kit de boas-vindas, ou um café da manhã na área envolvida. Aqui, a criatividade pode fluir. Novamente: Qual sua sensação ao chegar no trabalho e ser recebido de uma maneira calorosa?

Por último, e não menos importante, chega-se à fase 3, offboard. A fase se dá por demissão ou a pedido do empregado. Não obstante, este processo deve ser planejado e, de novo, a participação do RH e do líder imediato é imprescindível. Demitir ou ser demitido é uma situação delicada e mexe com as emoções de ambos. Por tal motivo, quanto melhor e mais cuidadoso for o offboard, melhor para as partes.

Não só o empregado, como a organização colherá frutos de uma positiva experiencia do colaborador, a saber: maior engajamento, melhor relacionamentos entre os pares, sentimento de pertencimento, menos turnover (rotatividade), redução de custos com contratação e desligamento, probabilidade de o cliente ser melhor atendido, dentre outros.

Cuidando de nossos profissionais, eles cuidarão melhor dos nossos clientes, o que significa uma boa Experiencia do Consumidor ou Customer Experience, tema para outro artigo.

Boa leitura e aprendizado.

Fonte: https://exame.com/tecnologia/google-divulga-termos-mais-buscados-de-2020

 
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BRAVA GENTE

 

Por Sheyla Ferraz

Maio é o mês de todos os que arregaçam as mangas e vão para luta. A luta de gente que acorda cedo, enfrenta ônibus lotado ou pega o carro, e corre estrada a fora, e só volta no fim do dia. É preciso valorizar essa luta de gente guerreira, que “rala” às vezes até no feriado, que faz plantão, que não tem a qualidade de sono da noite, porque precisa fazer vigia.

Não podemos esquecer de quem tem sido esteio em meio a esta pandemia. Heróis que tem estado na linha de frente em combate a um vírus atrevido e insistente, traiçoeiro e matador. Essa gente que se agiganta na ação nobre de arriscar sua própria vida por outras milhares de vidas...

Brava gente que sua muito e a recompensa é pouca. Que dá o melhor mesmo em dias difíceis, que cumpre suas responsabilidades com honestidade. Gente que é capaz de gerar um ambiente amistoso com seus colegas de labuta.

Gente que sabe que o caminho é o trabalho, e por isso, desde cedo já sabia o que era pegar no batente pra pagar as contas e manter a si e a família. Brava gente que sorri até na escassez, que vence o desânimo do despertar de um dia que o corpo grita por descanso, mas sabe que precisa ir à luta! Como uma coluna que sustenta as vigas.

Gente que instrui. Que valoriza o ensino. Que se esmera para a formação de outros competentes trabalhadores. Gente que reciclou o conhecimento e de casa mesmo, com smartphone ou notebook conseguem hoje gerar renda por meio da internet. Gente que saiu do presencial e foi para o home Office, e tem cortado um dobrado com o bônus e o ônus de trabalhar de casa.

Brava gente, povo lutador. As cidades não dormem porque tem sempre um de vocês em movimento. Por amor, por necessidade, por escolha ou não. Gente que trabalha com sorriso no rosto e não deixa de sonhar grande. Que se arrisca, mas que aprendeu a tirar de letra os desafios da profissão. Parabéns, brava gente! Esta luta precisa ser aplaudida.



Fonte: própria autora.

Imagem: sindilegis

 
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O TRABALHO E O LIXO ELETRÔNICO

 

Por Silvana Scórsin

O último relatório sobre a quantidade de lixo eletrônico a ser produzido nos próximos 30 anos, segundo o PACE (Plataforma de Aceleração da Economia Circular), e da Coalização das Nações Unidas sobre Lixo Eletrônico¹ já extrapola os 120 milhões de toneladas por ano.

São números que consideramos hoje, pelo consumo que o mercado tecnológico tem se mostrado a cada dia, sendo mais dinâmico em termos de inovações e modernidades, em contramão aos processos de reaproveitamento e logística reversa.

Surge então, a cada dia, um trabalho que precisa da velocidade e de escala proporcional a da produção, e do descarte dos produtos eletrônicos, de profissionais engajados em tecnologias aperfeiçoadoras nas mais diversas formas de reaproveitamento de equipamentos, e da reciclagem de aparelhos complexos que tenham componentes que possam contaminar solos, ar e rios.

Na grande cadeia da produção de Lixo Eletrônico, ainda estão, e serão envolvidos, diversos profissionais que atuam em áreas que compõem a educação ambiental. Ainda, para conscientizar, desde o uso até o descarte, observa-se que em todas as regiões do Brasil e do mundo, vários projetos têm sido desenvolvidos pela iniciativa privada, e também por empresas públicas no processo de recolher, reciclar, reaproveitar para fins sociais, e até aproveitamento para trabalhos artesanais.

A preocupação com a sustentabilidade tem atraído cada vez mais jovens para esse mercado de trabalho (Engenheiros eletrônicos, Profissionais de TI, Educadores Ambientais, Gestores Ambientais, e tantos outros), são entusiastas nessa equação de que devemos reaproveitar o máximo do que tiramos do nosso planeta (os materiais finitos), e o que despejamos, por não ter espaço suficiente e adequado para depositá-los. A natureza é vista como um todo e esses profissionais estão, também, sendo vistos com outros olhos.

 

Nosso futuro agradece! 



Fonte: https://brasil.un.org/