10ª Edição do Jornal Capital em Foco

 

Por Silvana Scórsin

 

Há quem sempre veja o lado positivo nas tragédias, nos maus momentos, e neste, não poderemos deixar de contabilizar muitas prováveis somas positivas para a responsabilidade sócio ambiental das empresas no pós-pandemia que estão surgindo já nesta fase de flexibilizações de restrições sociais.

Na corrida pelas inovações e transformações tecnológicas que viabilizem novas formas de conquistar um público, este agora, demandado pela nova onda do “novo normal”, ou pelos novos hábitos que passam a adquirir involuntariamente, as empresas já colocaram as apostas em alta. 

Largam na frente, as empresas que investirem pesado na mais alta tecnologia, ou na inteligência artificial que vem mostrando resultados mais do que esperados para solucionar questões práticas do novo dia a dia, como: Tapetes sensíveis a temperaturas, ambientes sensíveis a temperaturas corporais, leitores óticos para substituir toque, aplicativos inteligentes de restaurantes (que substituem o cardápio de  papel e o rolinho do pedido e pode inclusive fechar sua conta sem  precisar ir ao caixa, com o pagamento direto no cartão de crédito), aulas e cursos online, reuniões com a mais alta performance em recursos audiovisuais de que já temos conhecimento, e inúmeras outras invenções e inovações que estão surgindo  devido a propagação do vírus COViD-19 no planeta. 

Mais impressionante, porém, tem sido ler e ouvir a respeito, e até já ter utilizado alguma dessas tecnologias. Há uma sensação benéfica para o meio ambiente em pouco tempo. Tem-se a impressão que podemos racionalizar ainda mais muitas ações que incluem papeis, processos longos, e materiais diversos na otimização tempo, espaço e segurança. Mas, as empresas precisam praticar a tecnologia verde, ou seja, a tecnologia que visa minimizar maioria dos efeitos negativos da indústria de equipamentos, como: hardwares, softwares e eletrônicos, os quais para serem produzidos e utilizados, gastam muita energia, e sendo assim, precisam de soluções e implantações inteligentes por meio de virtualizações e outras gestões de processos.

O meio ambiente agradece sim, qualquer que seja a intenção, e que essas invenções, tenham como premissa a sustentabilidade como fim e guia de nossa evolução. Precisamos conscientizar que além de um ambiente seguro e limpo para o ser humano viver a partir daqui, temos a responsabilidade de deixá-lo tão limpo, tanto quanto para outras tantas espécies.  

Antes de buscar a inovação, a tecnologia, a inteligência artificial, conscientize-se de estar contribuindo para todo o meio ambiente. A partir daqui, estamos muito mais perto de uma limpeza global de que nunca estivemos antes. São os “bons novos hábitos” que podem nos fazer mudar a realidade do planeta hoje. 

 

Silvana Scórsin

Mestre em Gestão e Avaliação de impacto ambiental e Especialista em economia e gestão empresarial

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A hora da Inteligência verde!

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